A data de hoje é bastante sugestiva para quem tem ideias mirabolantes. Com certeza, em várias partes do mundo, alguém sugeriu que poderia ser o 'apocalipse'. Bom, criatividade é o que não falta, né? Mas, para mim, é só mais um dia.... ou seja, falta uma semana para eu viajar, é o terceiro dia da minha edição no estúdio e, melhor do que tudo isso, hoje é sexta-feira que, por si só, já tá bom demais! :)
Porém, para quem acredita que a data tem algum significado 'fora do comum', boa sorte para o que vem por aí.
Lá vou eu...
beijos, desligo! :)
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Eu era feliz e não sabia...
Tenho passado por dias bem agitados. Uns felizes, outros nem tanto. Muita coisa boa acontecendo, muitos planos se realizando, outros por vir. Mas, tudo requer muita cobrança pessoal e eu sou muito exigente comigo mesma. É dificil dar conta de tudo, porque sempre tem algo que tenta nos colocar contra nossas intenções. E, por causa disso, eu vim pensando a respeito do quão feliz era minha infância. Eu diria: as NOSSAS infâncias. Não é fácil ser adulto!
Saudades (muitas) do tempo em que eu me preocupava com a hora de ver tv; em fazer a tarefa de casa (que não se compara nem de longe com as que eu tenho hoje); saudades do tempo em que se apaixonar era coisa de televisão, que a gente ouvia por ai, mas não sentia nada... e nem sofria por sentir isso; saudades de não ter contas para pagar, a não ser daquele lanche na escola que era bem baratinho, nem se comparava às contas que a gente paga nos bares/boates hoje em dia; saudades, muitas saudades.
Acredito que eu tenha curtido cada momento ao máximo. Isso me faz ter a certeza de que valeu a pena. E é o que me conforta! Pior seria se eu tivesse passado por tudo isso e não tivesse saudades, pois teria a certeza de não ter aproveitado cada etapa.
Mas é fato: 'eu era feliz e não sabia'. Quando a gente é criança, fica querendo viver a vida de adulto. Quer fazer o que os nossos pais, primos, tios e amigos mais velhos fazem. A gente acha que a vida deles é mais divertida. A gente acredita que a liberdade que eles têm foi fácil de ser conquistada. Uma pena que, para alguns, já seja tarde demais para perceber que isso não volta atrás.
Por falar em ser adulto, vou lá. As obrigações me chamam....
Saudades (muitas) do tempo em que eu me preocupava com a hora de ver tv; em fazer a tarefa de casa (que não se compara nem de longe com as que eu tenho hoje); saudades do tempo em que se apaixonar era coisa de televisão, que a gente ouvia por ai, mas não sentia nada... e nem sofria por sentir isso; saudades de não ter contas para pagar, a não ser daquele lanche na escola que era bem baratinho, nem se comparava às contas que a gente paga nos bares/boates hoje em dia; saudades, muitas saudades.
Acredito que eu tenha curtido cada momento ao máximo. Isso me faz ter a certeza de que valeu a pena. E é o que me conforta! Pior seria se eu tivesse passado por tudo isso e não tivesse saudades, pois teria a certeza de não ter aproveitado cada etapa.
Mas é fato: 'eu era feliz e não sabia'. Quando a gente é criança, fica querendo viver a vida de adulto. Quer fazer o que os nossos pais, primos, tios e amigos mais velhos fazem. A gente acha que a vida deles é mais divertida. A gente acredita que a liberdade que eles têm foi fácil de ser conquistada. Uma pena que, para alguns, já seja tarde demais para perceber que isso não volta atrás.
Por falar em ser adulto, vou lá. As obrigações me chamam....
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
O que é a vontade?
"Me de uma vontade de sei lá o que!" - Você já falou ou ouviu isso alguma vez? Pois eu já falei e já ouvi. É engraçado. As vezes, dá uma vontade de 'sei lá o que' mesmo. Uma vontade estranha, que você num consegue nem realizar, porque não sabe o que é. Ai, pensando nisso, resolvi escrever sobre o que, muitas vezes, 'nos agonia', que é a VONTADE.
Hoje, então, deu-me VONTADE de escrever. Tava refletindo sobre essa palavra e sobre o significado e consequências dela. É complicado! Durante todo o dia, eu tive VONTADE de várias coisas e não pude fazer 1/5 delas. Pensei, pensei, pensei e fiquei só no pensamento. Justamente porque tudo que a gente faz, tem uma consequência. E a VONTADE é algo que anda colada com a TENTAÇÃO. Se for algo 'proibido', então, vai mexer ainda mais com você. Por isso mesmo, EU ME CONTROLEI. Nossa, foi difícil! É muito 'punk' ter autocontrole. É uma coisa que eu não aprendi muito bem. Odeio esperar essa tal 'vontade' passar.... Mas tem outra frase que também é válida: "Vontade dá e passa". E o pior é que é verdade. Alguma coisa vai te deixar com mais vontade que a outra. E aí, você vai perceber o quão bom foi ter se controlado e não ter se entregue à tentação.
Mais o mais difícil pra mim é que, quando eu tenho alguma VONTADE, termino fazendo de tudo para concretizá-la. Espero que o tempo resolva todas as coisas por mim e que leve essa vontade pra bem longe. Assim, não vou precisar me preocupar com as consequências. Quer dizer, até resistir às vontades, também gera consequências. E pode não ser das melhores.
Bom, sei lá.... é melhor pensar que "algumas vontades" dão e passam.
Fui...que agora eu tô sem VONTADE de continuar escrevendo.
Amanhã tem mais!
Beijos, desligo.
Hoje, então, deu-me VONTADE de escrever. Tava refletindo sobre essa palavra e sobre o significado e consequências dela. É complicado! Durante todo o dia, eu tive VONTADE de várias coisas e não pude fazer 1/5 delas. Pensei, pensei, pensei e fiquei só no pensamento. Justamente porque tudo que a gente faz, tem uma consequência. E a VONTADE é algo que anda colada com a TENTAÇÃO. Se for algo 'proibido', então, vai mexer ainda mais com você. Por isso mesmo, EU ME CONTROLEI. Nossa, foi difícil! É muito 'punk' ter autocontrole. É uma coisa que eu não aprendi muito bem. Odeio esperar essa tal 'vontade' passar.... Mas tem outra frase que também é válida: "Vontade dá e passa". E o pior é que é verdade. Alguma coisa vai te deixar com mais vontade que a outra. E aí, você vai perceber o quão bom foi ter se controlado e não ter se entregue à tentação.
Mais o mais difícil pra mim é que, quando eu tenho alguma VONTADE, termino fazendo de tudo para concretizá-la. Espero que o tempo resolva todas as coisas por mim e que leve essa vontade pra bem longe. Assim, não vou precisar me preocupar com as consequências. Quer dizer, até resistir às vontades, também gera consequências. E pode não ser das melhores.
Bom, sei lá.... é melhor pensar que "algumas vontades" dão e passam.
Fui...que agora eu tô sem VONTADE de continuar escrevendo.
Amanhã tem mais!
Beijos, desligo.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Minha ex-chefe
Há muito tempo eu tinha pensado em escrever algo sobre ela. Desde quando a gente ainda trabalhava juntas, já tinha essa vontade. E hoje, pelos mesmos e outros motivos, estou aqui para 'homenageá-la'. Essa pessoa especial é a KATE (para mim; para os 'outros', Catarina Falcão).
Conheci Kate no meu atual estágio. Como ela se formou, não trabalhamos mais juntas. Apesar dos nossos horários não serem os mesmos, em alguns dias tivemos oportunidade de compartilhar muitas coisas. Por alguns dias ela foi minha "estagiária-chefe" e, com ela, aprendi muitas coisas. Hoje, a estagiária-chefe sou eu! Fui promovida. (Rs)
Apesar de termos nos conhecido no ambiente profissional, nossa amizade foi além. Hoje, Kate é uma das pessoas que eu mais considero e compartilho minha vida. Para ser sincera, acho que, talvez, ela seja uma das pessoas que mais saiba dos últimos acontecimentos na minha vida. E quero agradecê-la, "em público", por todo o tempo que ela se dedica a me ouvir e, apesar dos pesares, tentar me entender. Sei que amizade tem altos e baixos e que, nem sempre, a outra pessoa vai dizer o que a gente quer ouvir. E, por isso mesmo, nossa amizade é tão especial. Mesmo quando ela não diz nada ou, mesmo, discorda do que eu penso, ela é ótima!
Katezinha, adoro tu, amiga!
Mantenha-se por perto SEMPRE.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Dia do Blog?
Bom, hoje, fiquei sabendo que é o Dia do Blog. E, claro, em comemoração, não poderia deixar o meu de lado, né?
Mas onde já se viu inventarem um dia para isso, hein? O povo não tem mesmo o que inventar e o pior foi o que os motivou. Segundo o Wikipédia, esta data foi escolhida porque seus números 31/08 se assemelham com a palavra Blog. Como eu disse, realmente o povo não tem o que inventar!
Gostaria de ter um pouco mais de tempo para me dedicar a escrever aqui. Realmente é uma coisa que, quando o faço, faz-me bem. Mas, infelizmente, a correria termina me impedindo de concretizar. Além do mais, normalmente, minhas ideias surgem quando estou dirigindo, ou seja, não posso nem parar para fazer anotações. E no final, elas terminam fugindo da memória e dando espaço a outras coisas que, de novo, estão nos meus pensamentos quando eu não posso escrevê-las.
Outra coisa que li a respeito do dia de hoje é que nós, blogueiros, deveríamos fazer referências a blogs do nosso interesse. Mas esse é outro problema. Dificilmente tenho tempo de ler. Ou paciência! Alguns amigos até me julgam por isso, precisam quase me obrigar a 'prestigiá-los'. Não é por mal, mas, normalmente, quando estou em casa, termino não conseguindo me concentrar na leitura. Já passo o dia focada em 'letras', aí quando chego em casa, não consigo prestar muita atenção.
Bom, chega de blá blá blá... hoje é dia do blog, mas também é dia de trabalhar!
Fui :)
beijos, desligo.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Vamos lá...
Ou não vamos?! Bom, a sensação é essa... é de ter parado, estagnado.
Há tempos não 'apareço' por aqui e hoje me questionaram isso. E uma coisa que eu havia pensado é: o silêncio me inspira. Mas esse mesmo silêncio, é o que me incomoda. Entretanto, não sei por que circunstâncias, não estou incomodada agora. É até melhor assim. "Vai ser melhor assim...". É preciso, às vezes, não dizer nada, quando TUDO já foi dito. Não adianta bater na mesma tecla 100x para o obter o mesmo resultado: NADA. Tá, tudo bem, sei que 'alguém' pode estar lendo isso e se indignando... "Será que o resultado é NADA, mesmo?". Pode, sim, parecer injusto, mas não é. Injusto sou eu acreditar que pode ser diferente. Tá, até pode. Sim, mas quando mesmo?! Daqui a quanto tempo mesmo? Para acreditar em algumas coisas, a gente precisa se sentir seguro. E onde está essa segurança? A única que tenho é a minha e com essa, só posso decidir uma coisa: escolher o melhor.
Aí vem outra pergunta: e o que é o melhor? São as 'competições' da vida que nos deixam com medo dos resultados escolhidos. Não sabemos o que é o melhor. Achamos isso ou aquilo, mas nunca teremos certeza. Pois, tudo na vida, gera consequências. Mas a vida não nos disponibiliza tempo suficiente para ficar testando. Às vezes, precisamos correr os riscos. Pode ser que o resultado assuste, mas há o lado bom das coisas. E, o maior risco é não correr riscos, é se contentar com aquilo que PAROU. E, o pior, não se permitir novas situações. Situações essas, que, por alguma razão, nos motivam tanto que devemos pensar se não é isso que queremos...
"Enfim", é isso.
Um pouco de desabafo para 'bons entendedores'.
(Sei que há meias palavras aqui....)
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Qual a hora de parar de brincar?

Há pouco, tava comentando com o pessoal aqui no trabalho (sim, eu sou estagiária, ou seja... só finjo que trabalho, logo, posso ficar postando no MEU blog :P) que eu não consigo parar de brincar. Esses dias, refletindo sobre meu comportamento no trabalho, em casa, na faculdade, fiquei imaginando como seria se eu mudasse esse meu jeito de ser. Sinceramente? Não consigo me imaginar séria. E isso é TÃO SÉRIO que, quando estou concentrada, fazendo minhas matérias no estágio, o pessoal sempre pergunta se eu estou bem. De fato é isso: a seriedade não combina comigo. Sempre que começa um assunto na sala, pode ter o teor que for, em algum momento, eu vou soltar uma piada.
Mas, apesar de saber que eu sou assim, e gostar de ser assim, às vezes, é complicado perceber que é hora de parar de brincar. Acho que isso tem a ver com eu não gostar do silêncio e de seriedade. Até mesmo se me chamam pelo meu nome completo (Lucianna), sem usar apelidos, já acho que aquilo está sério demais e tento quebrar o clima. Porém, o que acontece é que quem me conhece verdadeiramente, sabe que, mesmo dentro das brincadeiras, sempre trago à tona o respeito e relevância que eu tenho pelo que está sendo tratado.
Mas, apesar de saber que eu sou assim, e gostar de ser assim, às vezes, é complicado perceber que é hora de parar de brincar. Acho que isso tem a ver com eu não gostar do silêncio e de seriedade. Até mesmo se me chamam pelo meu nome completo (Lucianna), sem usar apelidos, já acho que aquilo está sério demais e tento quebrar o clima. Porém, o que acontece é que quem me conhece verdadeiramente, sabe que, mesmo dentro das brincadeiras, sempre trago à tona o respeito e relevância que eu tenho pelo que está sendo tratado.
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